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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Um selo, três indicações e algumas respostas.

Agradeço a "Such a silly girl" (^^) pelo selo "Blog in".



Neste post estão as minhas respostas e minhas três indicações. Inclusive, iria indicar mais meninas, porém, creio que devo me ater às regras.

Meu pior defeito:
Impaciência.

O que mais gosto em mim:
Acho que sou atenciosa e disposta.

Meu sorriso é sincero:
Ele é sincero. Quando não é, nem me dou ao trabalho de sorrir.

Sinto medo:
De não conseguir controlar a minha angústia nunca.

Sinto ódio:
Ih... Em algumas tantas situações...

Quando tenho vontade de destruir o mundo:
Dou um jeito de ficar longe o máximo possível de pessoas.

Minha paixão eterna:

Creio que seja tudo relacionado aos samurais.

Serei feliz quando:
Quando Deus quiser... De preferência quando arrumar um emprego.

Meu pior erro cometido:
Não gosto de relembrar. E nem vale a pena dizer. Foi em 2003. Só digo isso.

Nas piores horas eu lembro:

Que talvez eu esteja falando menos com Deus ou que talvez seja falta de espírito.

Nas horas vagas:
Às vezes vejo anime, leio mangá, dou um jeito de sair de casa, vejo TV, leio... Gosto de me ligar em algo que seja bem-humorado (tipo Chaves... ahahaha!)

Nas noites sem sono:
Rolo na cama, penso na vida, no dia seguinte...

Têm horas que dá vontade de:
Ir embora e mandar as pessoas procurarem mais o que fazer.

Chamam-me de louca:
Raramente ouvi tal “predicativo” de pessoas fora da família.

Uma palavra que me define:
Samurai XD

Uma música que eu não consigo ouvir sem chorar:
Antes tinha uma, mas agora não. Aliás, evito músicas “depression”.

Música que agita meu astral:
Asterisk – Orange Orange


As minhas indicadas são:

- Mina
- Linnah
- Dreamer

O mês de novembro tem sido o mais apertado nos últimos três anos. Entretanto, acho que não me afastarei tanto tempo assim daqui. Isso não é uma promessa.

Até mais.
obrigada.

domingo, 1 de novembro de 2009

Foi mesmo um Halloween. De verdade.

Eu havia prometido que daria uma pequena festa a ela como todos os anos desde quando ela aprendeu a andar. E cumpri tal promessa.
Mais à noite, não estava agüentando de tão cansada e depois do banho resolvi deitar mais cedo para estudar hoje. De repente ouço meu pai gritando pelo meu nome. Fingi que estava dormindo, mas depois não deu mais para ignorar.
Ao sai do quarto ele estava no começo do corredor e ouvi o que ele dizia.

Gente que faz isso é louca, devia se internar, voltar pra o psiquiatra.


Minha irmã não fala comigo há um bom tempo. Ouvi-a dizer:
Pai, isso é muito pesado para o senhor dizer para ela.

Eu dei um soco na parede bem forte e os dois se viraram e olharam para mim.

- Foi você, Andie, que fez isso?
- Isso o quê?
- Essa palhaçada toda? Isso aqui é meu dinheiro e você faz isso? Essas porcarias de feitiçarias e bruxarias!
- São doces e uma abóbora! Só gente atrasada e preconceituosa acha o mesmo que você!
- Você é esquisita! Não quero mais essas porras aqui!
- Pode deixar, vou fazer as coisas para a pequena quando tiver a minha casa!
- Isso. Faça mesmo! Porque na minha casa eu não quero mais isso. OUVIRAM?
- A louca aqui ouviu. A que vai pro psiquiatra ouviu. A anormal ouviu.
- Não falei com você. Falei com todo mundo.
- Tanto falou com todo mundo que eu só ouvi o meu nome!
- E era pra ouvir mesmo.
-Ah, e só um aviso para o senhor. Se me chamou uma vez e eu não respondi, não me chame a segunda! E me deixe em paz até terça que é quando volto a trabalhar!

Minhas irmãs assistiam a tudo. A menor delas começou chorar. Penso se por pena de mim por ver que ninguém me deixa esquecer que um dia precisei de ajuda médica. A discussão não parou por aí. Eu ouvi mais e mais coisas. Mais e mais acusações. Parecia algo surreal. Parecia que queriam de alguma forma me matar. Foi de repente. Assustador. Não conseguia me defender. Geralmente a sua casa é o seu lugar acolhedor. Esse lugar “acolhedor” virou um ambiente hostil. É horrível. Dá medo.

Hoje minha mãe não estará em casa. Com certeza contam comigo pra cozinhar e receber as visitas. Não farei nenhuma coisa e nem outra. E que não ousem chegar perto de mim. Sou capaz de dar um tapa na cara de qualquer um que tenha ou não o meu sangue.

Eu poderia vomitar ódio agora mesmo. Ele é tanto que transborda.


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Do not disturb, Andie.

(Post editado dia 29/10)

No sábado passado perdi duas provas. Simplesmente não consegui realizá-las. Cheguei bem perto da faculdade, mas meu corpo não se movimentava, não reagia e, quando decidiu reagir, me levou de volta para casa. Seria até compreensível querer retornar para o descanso do lar se ele não fosse a causa de tamanho estresse e angústia.
Ultimamente quase ninguém tem falado comigo em casa. As causas são muitas ou mesmo nenhuma. Depende do modo como cada um vê as coisas. Até porque eu também gritei, xinguei e falei verdades, porém, como sempre, abri mão do meu direito e me retirei de casa por umas horas.

No pouco tempo que tenho em casa limito-me a ficar reclusa no meu quarto ou no computador (isso quando ele também não é motivo de briga). Todos se falam entre si, conversam, trocam idéias e fazem planos de viagens. Inclusive, provavelmente passarei parte do verão sozinha em casa. O que vou adorar pelo simples fato de poder ficar em paz sem ter que me retirar dos ambientes porque ninguém fala comigo ou porque minha presença constrange aos outros. Vou ficar sozinha, mas tenho o poder de fazer com que uma casa tenha barulho e cor mesmo que só eu esteja a habitá-la.

Se hoje eu saísse de casa, todos se falariam normalmente. Como disse acima: Todos se falam entre si. Sou o único corpo estranho em casa. O ÚNICO. Se isso me magoa? Não, me incomoda. Por quê? Porque não tenho para aonde ir esconder o meu rosto que eles não querem ver, a minha voz que eles não querem ouvir.

Espero que brevemente eu possa sair de casa e morar sozinha. Talvez eles sintam falta do barulho que eu fazia, do meu jeito de me esparramar no sofá para ver Fórmula 1, futebol e anime, dos meus bolos... Talvez eles se comovessem com o vazio do meu quarto azul, como vazio que ficaria ao terem a certeza de que eu não atravessaria o portão todos os dias para sair e, muito menos, para entrar.



Obrigada.
Até a próxima.



PS: Anônimo que deixou a mensagem em japonês, muito obrigada. Não estou triste hoje (29/10) e nem vou me preocupar com muita coisa =)
Agradeço aos outros comentários também, mesmo os que não sejam gentis. Afinal, lidar com adversidades é o que há.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Remendos.




Fulano
Você anda melhor?
Andie ~ Doumeki diz:
Ando com as pernas...
Em matéria de comida? Como sim
Há quase 7 meses não vomito e nem me corto mais.
=)
Fulano diz:
Sério???
Nossa vc não sabe como me sinto bem com isso.
Andie ~ Doumeki diz:
Mesmo?
Eheh!
Fulano diz:
Sim.
Andie ~ Doumeki diz:
Eu era um peso pra você, né?
Fulano diz:
Nunca foi
Andie ~ Doumeki diz:
Sei lá, depois que cortei contato com você, achei que seria melhor.
Lidar com uma pessoa problemática como eu é muito difícil.
Fulano diz:
Eu me sentia mal de ver você daquele jeito e não poder te ajudar.
Mas acho que esse tempo que ficamos distante foi bom de certa forma
Andie ~ Doumeki diz:
Desculpa por tudo.
Acredite, agora eu sei o que você passou ao meu lado.
Fulano diz:
Não peça desculpa.
Passamos juntos.
Infelizmente tudo o que houve abalou um pouco...
Andie ~ Doumeki diz:
Você ficou confuso, né? Era só um garoto e eu cheia de doenças e problemas.
Fulano diz:
Fiquei confuso, magoado, fiquei sentindo várias coisas e me senti um inútil em não poder lhe ajudar.


Fiquei lendo tudo que ele escrevia com uma mão no queixo e outra no teclado. Não era de mim que estávamos falando. Era? Quando me dispus a buscar essa tal melhora, não tinha em mente que isso teria tantos efeitos em mim. Que havia tanta coisas das quais pouco me lembrava. Ao ver que destruí algumas coisas, machuquei certas pessoas, foi um tanto quanto... injusto. Consigo mesma e com os outros.

Agora ele voltou a ser meu amigo. Depois de um ano separados, brigados e etc. O engraçado é que quem deveria ter pedido desculpas era eu, mas foi até mais fácil assim.

Ele passou numa faculdade pública em São Paulo e vive bem com a família dele. Mais de mil quilômetros o mantém protegido da minha hostilidade e, mesmo que hoje eu não esteja mais como antes, naquela época eu estava mais concentrada em me destruir do que em qualquer outra coisa ou pessoa. Aí, cortei laços pela Internet mesmo. Por isso tenho medo de MSN: já fiz muita merda com um teclado à minha disposição. Teclados mentem. Teclados machucam. A Capslock grita quando enquanto você permanece calada.

A minha pretensão é consertar o que o passado destruiu e melhorar o que o presente me deu. Fazer tudo para que minha vida e as das pessoas que me cercam seja a menos sofrível possível. A sensação de se sentir inútil é desoladora.

Não vou dizer que serei bem sucedida. Ainda estou tentando tentar.

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Depois de tantos dias é um alívio voltar ao meu blog. Nessa semana terei cinco provas, um artigo e exercícios a serem feitos, entretanto, me deu vontade de vir até aqui.

Obrigada pelos e-mails, comentários e gentilezas. Em breve as férias de verão me trarão mais tempo para que eu seja mais recíproca.

Até a próxima.
Cuidem-se =)

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O tamanho da solidão que um corredor de hospital pode revelar.

São três horas da tarde. Acabei de chegar no hospital onde estive desde nove da manhã. Explico:
Na segunda fui mordida por um inseto qualquer na veia da mão direita. Na hora doeu, deu “choque”, calafrios, coceira... Depois passou. Ontem minha mão começou a inchar copiosamente. Fui à farmácia, comprei um antialérgico com indicação da farmacêutica e nada adiantou. Hoje resolvi que tinha que ir ao hospital. E fui.
Enfrentei uma fila enorme antes de entrar enquanto lia A CABANA sentada em um banco. Depois de uma hora e meia fui chamada.

Chegando ao consultório relatei ao médico o ocorrido e o meu histórico de mordidas e ferroadas. Ele me passou uma medicação oral e outra intravenosa. Ok. Rumei à sala de medicação do hospital. O enfermeiro estava colocando a medicação na seringa (que tinha cerca de 10 ml) e eu absorta nos meus pensamentos. De repente, ele chegou até mim e perguntou se eu tinha medo de injeções.

- Não. Estou até olhando você furar a minha veia.
- Vai acabar logo.
- Aham.

Tomei a medicação e em seguida saí da sala para retornar ao médico e dizer que já ia embora.
Ledo engano, darling. Eu simplesmente desmaiei e quando acordei o médico estava me segurando pelo braço, a mochila pendia nas minhas costas e, assim fui levada novamente à sala de medicação.

- Soro na veia dela.
- Sim, doutor.
- Ela está muito anêmica e não vai conseguir sair daqui com náuseas também.

Quando o médico saiu eu disse de forma fria à uma das enfermeiras:
- Não preciso de soro, só foi uma reação à medicação.
- Andie, não é mesmo?
- Sim.
- Se você sair daqui vai desmaiar logo ali na rua. Se pudesse ver o seu rosto agora... Você está amarela e com os lábios brancos. Comeu algo hoje pela manhã?
- Sim.

O enfermeiro se aproximou novamente e eu disse:

- Agora vai ser no outro braço.
- Vamos ver aqui a veia mais saltada.
- Na mão não!
-Mas vai ter que ser.

Sentei no banco do corredor com aquele soro todo pra correr na minha veia (500 ml). A técnica em enfermagem veio falar comigo e o médico passou a mão no meu cabelo e disse que em breve eu estaria corada.

Um auxiliar de enfermagem veio e conversou comigo, com uma mulher e um rapaz.
- Você tem acompanhante?
- Sim, minha mãe está aí fora – respondeu o rapaz – queria que ela viesse ficar aqui comigo. Poderia chamá-la?
- Mas aqui já está cheio.
- Eu quero a companhia dela, ela cuida de mim aqui.
Daí, foram chamá-la.

A mulher disse que o marido dela estava aguardando lá fora e, do jeito que ele era preocupado devia pensar que ela estava internada. O celular dela tocou e começou a falar o que estava acontecendo com alguém que, acreditei ser o marido dela.

Antes de me perguntarem com quem eu estava, virei o rosto com uma expressão de desdém e desgosto. Ninguém precisa me acompanhar ao hospital, nem segurar uma mão sangrando com uma veia estourada de tanta agulhada. Nem de segurar a minha mochila e o meu livro. Não consigo imaginar como seria ligar para alguém e dizer: “Estou no hospital sozinha, venha até aqui. Preciso de ajuda”.
Pensando em tantas pessoas que conheço, percebi que no fundo todo mundo é um pouco ou, totalmente sozinho e orgulhoso. Não me negaria a ajudar quem quer que fosse. Acompanhar ou algo que o valha. Mas aprendi há muito tempo que os outros podem precisar de mim, mas quando o assunto sou eu tenho que me virar sozinha. E prometer que não perturbarei ninguém. E prometer que conseguirei cuidar de mim sozinha, sempre. Fora isso, no máximo com a ajuda Divina.

O soro já estava no fim quando retornei à sala de medicação e me deram mais 500 ml.

- Já chega! Só quero ir embora!
- O médico passou 1 L de soro na veia.
- O quê?
- E você ainda não recuperou sua cor.

Retornei ao banco, esperei o soro acabar e pensei: “Só mais esse. Não vou precisar pedir ajuda de ninguém e vou voltar pra casa”.
O soro acabou e fui retirar o acesso (nome do instrumento que coloca a agulha em contato com a mangueirinha de soro).

- Mais soro, Andie?
- HÁ-HÁ-HÁ – respondi com sarcasmo.
- Precisando você sabe...
- Ahahaha! – ri de verdade – Pode deixar que sei aonde encontrar.

Saí do hospital perto de onde meu pai trabalha. Poderia ir lá esfregar na cara que sou “muito forte” e que “minhas mão tinham sangue, mas não doíam”. Seria muito sarcástico da minha parte.
Então, voltei para casa.

Ao chegar encontro minha irmã no sofá e pergunto:

- Não foi trabalhar hoje?
- Não, disse que tinha ido ao hospital com você.

A minha mão logo recuperou força suficiente para socar com força. Não o fiz. Pensei que seria outro problema. Mas... a minha solidão serviu para algo. Não é todo dia que você ganha uma folga no serviço porque uma desgraçada qualquer, vulgo irmã, está no hospital.
Sozinha.

sábado, 19 de setembro de 2009

Sem título.

Eu saí daquela prova com a sensação de “agora eu já posso morrer”. E me sentia mesmo assim. A febre, as dores musculares, a garganta em fogo e a anemia me consumiam. Eu, que não costumo pedir ajuda a ninguém, pedi ao meu pai que me buscasse e me levasse ao hospital. Tive que admitir que meu corpo estava se curvando, pedindo ajuda e, antes que ele gritasse mais, atendi ao seu chamado.

A minha postura em relação a comida mudou muito nesses últimos meses, ou melhor, nesse último ano. Porém não tenho tido tempo de cuidar do meu corpo. Saio pela manhã, começo a estagiar ao meio-dia, saio às seis horas da tarde e rumo pra faculdade. Nesse lapso de tempo fico em jejum. Não por escolha, mas por que cumpro os meus horários e neles não há espaço, nem horário de almoço. E de nada me adianta um café bem tomado ou um lanche reforçado na faculdade, se passo o dia entretida em atividades que exigem de mim.

Saí do hospital na segunda feira passada com um atestado na mão e duas injeções tomadas quase que simultaneamente. Meus pais brigaram comigo, disseram que sabem que vou morrer desse jeito e ressaltaram que não gostam de olhar pra mim. Mesmo entorpecida de dor e suando a febre eu discuti, briguei e disse pra que me desejassem uma morte rápida. A discussão foi além, dura até hoje. Só saio do meu quarto pra cumprir minhas obrigações e comer. Nesse calor infernal não posso nem vestir uma regata que sou xingada e objeto de piadas. Inclusive ontem, uma amiga da minha mãe fez um comentário jocoso a respeito do meu peso. O resultado foi um olhar de desprezo e uma porta batida.

Agora, fiz novas escolhas. Vou tentar cuidar mais de mim. Não preciso dizer o quanto um corpo debilitado fica frágil e fraco ao se pegar um resfriado estúpido que seja. Meus 43 kg, recentemente se transformaram em pesadelo, em dor e brigas. Agora, com quase 45 kg, preciso lutar pra ficar bem. Ou vou assistir a minha derrocada de camarote.

A minha força é muito pouca para o tamanho dos meus problemas, mas só tenho a ela para me amparar. Mesmo assim, tem me servido bem. No dia em que ela faltar, aí sim, não haverá mais jeito pra mim.




Até breve.
Cuidem-se.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Selo 541231674987

Período de provas... Devo ficar uns dias offline de tudo. Ou quase tudo.



SELO INDICADO PELA LINNAH (obrigada, pirralha desocupada =D)
.

Depois tem outro, mas como são 50 perguntas... Ai...



Quanto tempo de dieta?
R= Desde os 18 anos.

Vomita e/ou toma laxantes?
R= Atualmente não.

O que te levou a fazer dietas restritivas?
R= Se eu soubesse o que me levou, talvez tivesse dado um jeito no problema e não arrumado outro.

Faz tratamento para transtornos alimentares?
R= Não.

Já abandonou o tratamento? Por que?
R= Não faço nada a respeito.

Gostaria de ter a cura para o T.A.?
R= O T.A. é consequência e não causa. Acredito sim, na cura. Porém, não a possuo e cada um deve encontrar os seus motivos para buscá-la.

Como foi parar no tratamento de transtornos alimentares?
R= Fui em busca de remédios, receitas azuis e outras porcarias. Não visei tratamento.

Já foi diagnosticada com outros transtornos psiquiátricos?
R= Sim. Mas não aceito dignósticos precipitados. Aliás, não aceito nenhum com o qual eu não concorde. Ehehehe...

Nunca foi a nenhum médico que pudesse lhe analisar?
R= Nunca busquei médicos para que olhassem pra minha cara, pro meu jeito, meus problemas e dissessem: “Você tem isso ou aquilo”. “Você é assim ou assada”.

Já se automutilou?
R= Sim.

Toma algum medicamento para emagrecer? Com receita?
R= Não.

Já desmaiou na rua?
R= Na rua não...

Já foi internado?
R= Por um final de semana em dezembro de 2006. Em 2007 eu praticamente fugi de uma internação.

Você abandonaria o T.A?
R= Abandono todos os dias nos quais bate o amor-próprio =)

2- Indicar 03 magrelinhas:
- Mina
- Marcy
- Lovely


Obrigada pelas mensagens, e-mails, depoimentos e twitadas.
Vou tirar uma dia para agradecer a todos.
Ótimo final de semana e feriado =)